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26 abril 2016

Paredes mágicas em Lisboa

Quando as pessoas pensam em Lisboa e em Portugal de modo geral surgem imagens de tradição, de castelos e muralhas, de arquitetura medieval ou renascentistas, mas, acredite, Lisboa é muito mais que isso! É uma cidade viva em que o novo e o antigo convivem, se complementam e se transformam. Uma das minhas atividades favoritas é simplesmente caminhar pela cidade e me deliciar com esse delírio visual.


 Por aqui há sempre iniciativas inusitadas, como das réplicas do Museu de Arte Antiga que foram distribuídas por muros da cidade. Essas abaixo, junto à famosa vaquinha da Cow Parade, formam um conjunto interessante. 



Há também uma estética muito em alta que promove o encontro da arte (muitas vezes em lugares antes abandonados) com a natureza. E por vezes fica a dúvida se esse encontro é fruto de trabalho ou é apenas a natureza em um movimento de (re)ocupação. Ou seja, às vezes é difícil distinguir se é arte ou abandono. Talvez seja melhor não tentar rotular e apenas apreciar!




Por onde quer que se ande há essa mistura entre o novo e o antigo, cores vibrantes ladeando azulejos tradicionais, novos murais por entre a arquitetura clássica pombalina ou projetos incríveis como os dos artistas Vhils e Pixel Pancho que incorporam a decadência do local (como paredes descascadas) ao conjunto de suas obras.   





A vida artística que pulsa nessa cidade me surpreende todos os dias. Se você ainda pensa que Lisboa é pura tradição, pense outra vez!

Tenha uma semana vibrante!
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20 abril 2016

Aprendendo sobre flores (e não só!)

 Há algum tempo decidi que de vez em quando é bom sair da minha zona de conforto e ouvir ou aprender sobre algo novo que não tenha nada a ver com o que faço, que não vá me acrescentar nada na vida além do prazer único de estar ali aprendendo sobre algo que não sei nada. É por isso que acompanho palestras gratuitas regulares de neurociência e economia e assisto a concertos de instrumentos barrocos. E foi a mesma motivação que me fez inscrever-me em um workshop de coroas de flores naturais. 



Você aí que me acompanha pode pensar que sou uma pessoa craft por causa das embalagens que apresento aqui. Nada mais longe da verdade! Acho que até tenho um bom olho para juntar coisas aparentemente díspares, mas confesso que sou uma negação com desenho, pintura e habilidades manuais de modo geral. Sou daquelas que inveja as artesãs mas já se convenceu que não leva jeito para a coisa. Juro! Enfim, todo esse preâmbulo para dizer que um workshop de coroa de flores não parecia muito arriscado mesmo para alguém como eu. Afinal, juntar flores em um arame não pode ser tão difícil, não é? 


Ledo engano... Bastou a linda e artística professora começar a falar (nesse cantinho aí acima de uma mercearia super cool) para o pânico se instalar. A coisa toda parecia muito mais trabalhosa que o esperado e o resultado das minhas habilidades certamente caminharia para o gosto duvidoso. Apesar de reticente, já que estava ali mesmo, o jeito era colocar a mão na massa.


E não é que até me dei por feliz com o resultado final? Coisa que, convenhamos, é o que geralmente acontece depois do pânico inicial de não saber como a banda toca! Apesar de ter ficado com uma coroa que apresentava justamente os dois defeitos que fomos instruídas a tomar cuidado (não deixar muito bojuda nas laterais nem com "chifrinhos"), comprovei mais uma vez que essa é uma das delícias de sair da minha zona de conforto: perceber que, do meu jeito particular e único, posso criar, aprender, me apropriar e até transgredir um saber ou uma arte. A magia do aprendizado!

E você, anda aprendendo algo novo por aí? Me conte o quê!




11 abril 2016

Embalagem com bijus

Acho que é seguro dizer que praticamente toda mulher tem mais bijuterias do que consegue usar. Por mais que a gente faça um rodízio, doe, desapegue, é impressionante como elas simplesmente se reproduzem dentro do armário! Quando mudei para Lisboa, há dois anos, doei cerca de dois terços das minhas bijus. Praticamente fiquei só com aquilo que realmente usava e algumas peças para eventos especiais. Agora, apesar de não ter comprado uma única peça durante esse período, já estou com um volume muito maior de coisas. Cheguei à conclusão que bijuterias são o presente que mais ganho! Rs

Imagino que você também tenha por aí algumas coisas guardadas que talvez há muito tempo não vejam a luz do dia. Então, que tal presentear uma amiga querida com ela e, de quebra, deixar a embalagem muito mais charmosa?


Fiz uma seleção de algumas coisas que estavam dando bobeira por aqui, como as pulseiras acima. Broches, flores de cabelo, colares e até mesmo brincos podem virar um acessório interessante para um pacote de presente, além de ser também um presente!



A borboletinha acima é uma espécie de faixa elástica para cabelo. Já a libélula abaixo é um broche que ficou fofo nessa espécie de "ninho" que criei sobre o papel florido, uma opção mais temática para a primavera que já está dando o ar da graça por aqui. 






Flores de cabelo ou broches são as opções mais óbvias por serem muito fáceis de adaptar, mas um olhar desprendido para outras bijuterias pode render belas composições. Assim você se livra do que está apenas abarrotando seus espaços e ainda faz um mimo extra para alguém que você gosta. 




Que a sua semana seja doce e criativa!




PS: Quer ver mais ideias fofas? Passa lá no insta ;)


04 abril 2016

Embalagem com calça jeans reciclada

O que tem numa calça jeans rasgada? Para mim, tem minha filha deitada na grama do parque fazendo piquenique, ou correndo e rindo com as amigas quando a chuva aperta antes de chegarem à escola, pulando na cama, tirando foto fazendo careta, sentada no chão tocando violão, e muitas outras memórias bonitas da uma menina feliz e saudável crescendo. 

Depois de acompanhá-la por tanto tempo, a calça faleceu por carga de trabalho excessiva, de um tal modo que não serve nem para doação! Sorte minha, que pude fazer experimentos e criar embalagens super fofas com seus restos mortais!


Esse jeans tem uma lavagem bem interessante, que dá um efeito super bonito, e muito elastano, portanto o que fiz foi apenas cortar faixas de diversas larguras de cada perna e "vestir" as caixinhas com elas. 


Só isso. Sem acabamento, sem costura, sem cola, sem fita adesiva. Apenas aproveitei a faixa elástica que se formou, desfiei um pouquinho as laterais para reforçar o acabamento rústico e está feito! Mais simples, impossível! 


Adorei a versatilidade da brincadeira (e da calça, que mesmo depois de "morta" ainda serve a vários propósitos). Acredito que essa ideia pode trazer um ar cool para qualquer caixinha sem graça que você tenha por aí. 
Ainda tenho por aqui os bolsos, que devem render outras ideias, e depois venho mostrar para vocês, claro! 


Acredita que esta postagem iria chamar-se "3 maneiras de usar uma calça jeans" mas fiquei com medo de que fashionistas raivosas pela propaganda enganosa começassem a pipocar com comentários, digamos, não construtivos? Ultimamente parece que a internet virou um verdadeiro faroeste em que as pessoas se sentem à vontade para destroçar o outro com palavras sem um pingo de reflexão. Bem, mas isso é assunto para outro post... 

Tenha uma ótima semana, com muita leveza e simplicidade; meio como uma calça jeans rasgada por excesso de uma vida feliz ;) 








23 março 2016

Mesa de Páscoa improvisada

Este post veio no improviso, com fotos tiradas no celular pela falta de tempo (ou de organização) para fazer as coisas com antecedência, antes que a luz acabasse e as pessoas chegassem. Mesmo sendo tudo muito simples -  um lanchinho entre amigos com pão, queijo e vinho - achei que valia a pena mostrar que mesmo sem uma decoração chique e cara é possível fazer uma mesa bonita para saudar a Páscoa, a primavera (no nosso caso aqui no hemisfério norte) e, principalmente, os amigos!

Foto pós-festa com as sobras e presentes. Fez uma bela composição no almoço do dia seguinte ;)
Comecei recolhendo tudo que poderia lembrar o tema que havia pela casa. Os coelhinhos de louça moram o ano todo na minha estante. Para ser bem sincera, eles são sim decoração de Páscoa: comprei em um supermercado na Alemanha há alguns anos por 1 euro mas foi por paixão mesmo, tanto que eles fazem parte da decoração definitiva da casa. Juntei os castiçais e porta-manteiga de passarinhos, pratos com motivos florais, guardanapos cor-de-rosa e flores campestres. A isso se somaram os coelhinhos, galinhas e ovinhos de chocolate que eram a lembrancinha desse encontro. 


A caixa de vinho, minha fiel escudeira que já mostrei aqui, acomoda queijos, outros frios e frutas, além de criar um movimento interessante na disposição da mesa. As flores (um maço de supermercado) foram para potinhos diversos de molhos, geleias e iogurtes. Toalhinhas de linho e crochê e os coelhinhos de chocolate se espalham aleatoriamente para dar uma graça ao conjunto.





Nesta última foto dá para ver um coelhinho recortado em tecido. Minha intenção era fazer vários com um molde simples e os retalhos que tenho por aqui, mas não houve tempo para tanto, então este foi o filho único de toda a decoração ;)



Dois detalhes simples que podem ser aproveitados por todos: passarinhos de loja de jardinagem (sempre tenho um ou outro por aqui) e caixinhas de ovos, daquelas mais comuns. 
Para completar a festa, os amigos vão chegando com sua alegria e quase nunca trazem as mãos vazias, então a mesa vai sendo preenchida ainda mais. Abaixo fica uma amostra das amêndoas super especiais trazidas pela Val do L'avion rose, que alegraram ainda mais a nossa noite com toda a sua delicadeza. Mimos de infância portuguesa que eu não conhecia! 


Então, ficou assim! Muito carinho, risadas e alegria, com pequenos toques aqui e ali para tornar tudo ainda mais festivo. Feliz Páscoa!








27 janeiro 2016

Embalagem para (boas-vindas a) bebês

Foi engraçado a hora de escrever esse título, afinal não se trata de embalar bebês - embora os recém-nascidos adorem ficar em "pacotinhos" porque lembram aquele aconchego bom de barriga de mãe - mas de embalagem para presentes de bebês, que já nos remetem a uma certa doçura e delicadeza. Optei então por embalar  um body em três versões, todas em tecido branco.


O tecido pode ser um retalho (quem é dada a costurices sempre tem algum por aí) ou um guardanapo ou lenço antigo que estejam esquecidos no fundo do armário. Lenços e afins são fáceis de encontrar em brechós e feiras por alguns centavos. Por aqui tenho vários, pois não resisto a um belo guardanapo, especialmente quando são trabalhados e com ar antiguinho. Selecionei então três deles por estarem mais à mão e também por serem uma opção acessível para a maioria das pessoas.


O primeiro ganhou um guardanapo com um trabalho na ponta que acabou virando o destaque da embalagem. Embrulhei o macacãozinho formando uma espécie de envelope e depois arrematei com dois pingentes e uma etiqueta. O alfinete que prende os pingentes também ajudam a manter o "envelope" no lugar. A vantagem de tecidos trabalhados é que eles exigem pouco acabamento. A textura e beleza do conjunto não precisam de muitos acessórios.


Um body ou um macacão também pode ser transformado em um rolinho. Com este outro guardanapo de linho apenas envolvi esse rolinho e dei um laço fechando tudo. Bordado de flores e fita de poá ficam responsáveis pela dose de doçura. Para quem não gostar das laterais abertas, sugiro envolver a roupinha em organza para manter a leveza da ideia. Esta opção também funciona bem para meias ou sapatinhos de tricô.


O último tecido é um paninho de bandeja. Como sua textura é ainda mais elaborada que as outras, resisti à tentação de ficar enfeitando demais e escolhi apenas esse marcador de livro que amarra tudo sem excessos. Prontinho: três versões de boas-vindas que não fazem feio nem pesam no bolso!






11 dezembro 2015

Inspiração para o Natal - embalagens com tecido

Oi, gente querida!
Por aqui as embalagens de Natal andam muito atrasadas, como é comum acontecer todos os anos, porque dezembro é um mês em que o mundo lá fora chama a gente; e eu, vocês sabem, costumo responder. Adoro esse período de encontros, abraços e celebrações! Mas para haver espaço para isso, o tempo para os feitos criativos acaba diminuindo. Mas é assim mesmo o movimento da vida, não é? Então está tudo certo! 


Para não deixá-las na mão numa época em que todo mundo está buscando um pouquinho de inspiração, separei algumas embalagens que adorei ter feito e que continuam me inspirando. Hoje a escolha recaiu sobre os tecidos, pois sei que há muita gente prendada que passa por aqui e sempre tem algum retalhinho em casa. E também porque é um grande queridinho por sua enorme versatilidade, não apenas pela infinita variedade de padrões mas também pela maleabilidade que permite embalar praticamente qualquer tipo de objeto. 


Um tecido mais encorpado envolve bem objetos cilíndricos sem necessidade de fechar as laterais. Neste caso, usei por baixo um tule que envolvia o presente como um bombom para dar o acabamento e o presente não ficar aparecendo.


A caixinha transparente que chega do supermercado com frutas vermelhas faz bonito com um tecido no topo e a fita que usa os próprios furinhos da tampa. 


Aqui temos três versões de embalagens com tecido. O caderno ganhou embalagem completa, com o tecido branco usado como papel de presente. O saquinho ganhou apliques também em tecido e o marcador de livros, tão fofinho que merecia aparecer, foi apenas coberto com um tule com poá.


Presente de menina ao mesmo tempo delicado e divertido, com combinação de várias fitas e destaque para o amarelo, que traz toda a graça da história!


Aqui o tecido, que também era parte do presente, veio para o lado de fora e arrematou a embalagem feita com papel de presente tradicional. Quando o próprio presente produz uma bela imagem, porque não usá-lo como parte do pacote?


Até os saquinhos mais simples de tnt podem ganhar uma graça a mais. Eles ficam fofos com carimbos especiais. Neste caso optei por flor, fita e tag. Use o que você tiver à disposição!


Em vez de cobrir todo o presente, o tecido aqui dá apenas o ar da graça, trazendo um charme a mais para o conjunto. Uma ótima alternativa para quando precisamos cobrir uma pequena parte da embalagem, como no caso de reaproveitamento de caixas de lojas em que o nome está impresso na tampa.


Já deu pra notar que mesmo o menor detalhe com tecido deixa tudo mais charmoso, não é? Até um pedacinho minúsculo de renda misturado a algumas fitas pode tornar-se um adereço especial, é só soltar a imaginação! Obrigada por ter passado por aqui e, se quiser mais inspirações, na tag embalagem com tecido tem mais! Bom fim de semana!



10 novembro 2015

Embalagens recicladas

Em primeiro lugar, quero agradecer a todas pelos comentários tão carinhosos no último post. Preciso contar que logo depois que escrevi passei a me sentir mais leve e Lisboa me deu de presente um veranico com temperaturas de 24 graus e dias de muita luz e céu azul. Foi como se ela dissesse "olha, as coisas não são bem assim. Você não está mais lembrando como foi que a gente se apaixonou? Eu aqui, toda vestida de azul? Então vou te lembrar para ver se reacende essa paixão". Parece que deu certo! rs

Mas o assunto de hoje é outro! Já estamos quase a meio de novembro e muita gente já está em clima de Natal, então quis trazer algumas ideias bem interessantes e fáceis de reproduzir da última Marie Claire Idées. Mesmo que você não esteja ainda pensando nas embalagens, pode se inspirar aqui e ir guardando o que achar que pode servir mais tarde. Tirei fotos da própria revista por não ter encontrado as versões digitais das imagens.


As opções mostradas não são exatamente novidade, mas acabam sendo uma boa inspiração para nos lembrar de aproveitar os materiais e aproveitar para fazer bonito sem gastar muito. Partituras, jornais, papel pardo, retalhos de tecido, tudo entra na dança dos pacotes e ganham graça com washi tapes brilhantes fazendo papel de fita ou laços e bolas douradas pintados sobre o papel ou tecido. 


O papel pardo, versátil como ele só, aparece em várias versões. Adorei o pacote com carimbos de árvore branco. A sugestão foi fazer o carimbo a partir de uma batata (parte-se a batata ao meio e depois cava o formato) o que torna tudo ainda mais acessível.


Percebi que os lindos pacotes apresentados têm muito poucos adereços extras, apenas uma fita aqui, uma bolinha de natal ali e gostei muito porque assim fica claro que uma bela embalagem não precisa de acessórios caros, mas de uma boa dose de criatividade.


Se você ainda nem começou a pensar neste assunto, apenas fique atento ao que está pela sua casa no dia-a-dia e pode acabar indo para o lixo até o Natal. Quem sabe não serve para fazer uma bela embalagem? 





20 outubro 2015

Embalando com lembranças de viagem

Bom dia, comunidade! Eu não sei quanto a vocês, mas sou daquelas que quando viaja tem pena de jogar fora os ingressos, mapas, panfletos e afins. O marido até brinca comigo dizendo que vai jogar tudo no meu caixão quando eu morrer (mas ele é tão fofo que nunca joga nada fora antes de me perguntar se quero guardar!). Alguns eu coloco dentro de livros ou cadernos para que as boas lembranças daqueles dias ressurjam quando eu folheá-los tempos depois. Outros eu brinco fazendo montagens com fotos e alguns, você já pode imaginar, viram material para embalar. Como já falei aqui, mapas são os meus preferidos, tanto como papel de presente como em forma de etiqueta. Mas hoje quis usar os ingressos de museus e tirei uma cópia da composição para servir como base.


 Como em muitos outros projetos reciclados, esta é uma embalagem que talvez não agrade a qualquer pessoa, mas certamente fará sucesso com a amiga que ama viajar, com a que é super ligada em cultura ou com aquela que está juntando para a viagem dos sonhos. Aqui eu optei por uma versão simples, com cópia em preto e branco de vários ingressos dispostos de maneira aleatória, mas você também pode fazer uma cópia colorida, que dá um aspecto ainda mais elaborado. 


O preto e branco, entretanto, facilita a brincadeira porque torna-se uma base neutra que pode ser acrescida de qualquer cor (ou nenhuma!). Para uma versão leve, optei pela fita amarela de poá combinada à etiqueta feita a partir de um mapa com o seu colorido natural. 


Nesta outra combinação inusitada de cores aparecem o laranja e o bordeaux. A etiqueta também é super artesanal, feita com carimbo e papel de caixa de loja. As da lateral ganharam bottons com dizeres bonitinhos.



Quando comecei achei que as versões coloridas seriam mais interessantes, mas no fim gostei mais da que ficou no preto e branco. Para não perder o espírito de reciclagem, a fita com flor era de um convite e a borboletinha é um brinco sem par. A falta de cores é compensada pelas texturas e achei que o brinco deu o toque de elegância final. 


Divertido, estranho, criativo, alternativo demais? Me conta o que você achou!






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